14º Congresso da Abraji
saiba mais AQUI: http://congresso.abraji.org.br/
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“Falta de respeito do prefeito com a população”, disse vereador Nelsinho das Malvinas
O vereador Nelson de Souza(PSB), mais conhecido por Nelsinho das Malvinas, tem ocupado a tribuna do Plenário Emydio Lucato em todas as sessões de câmara. Tornou-se frequente as críticas da forma pela qual o prefeito Francisco José Campaner(PSDB) administra a cidade de Ribeirão Bonito. O parlamentar não cansa de dizer que “falta vergonha na cara” do chefe do Executivo, repete essa frase a todo o momento mostrando-se desanimado e desconte com as ações do prefeito. Na manhã desta terça(19) Nelsinho conversou com o Blog do Ronco, onde novamente não faltaram críticas e comentários nada elogiosos ao chefe do Executivo. “Ele prefeito, não respeita a população que o elegeu. Tenho vergonha de sair as ruas”, disse Nelsinho, pois de acordo com o vereador, as cobranças são muitas e a ações do prefeitos não atendem as necessidades da população. “Está uma bagunça essas MEIs na prefeitura” disse o parlamentar se referindo a empresas “Micro Empreendedor Individual”. Nelsinho disse que irá focar nessas empresas que são prestadoras de serviços para o município e que irá fiscalizar a atuação de cada uma delas, pois na avaliação dele Nelsinho, tem muita coisa a ser explicado pelo prefeito. Quanto ao Transporte Escolar de alunos em que o prefeito suspendeu os ônibus que faziam percursos urbanos, Nelsinho falou que tem famílias com várias crianças que ficaram sem a condução e que o prefeito Chiquinho Campaner havia se comprometido em resolver a situação em reuniões, e que até o momento nada disso foi feito. “Ele sempre tem razão, não aceita opinião. Dessa forma fica difícil. Ele hoje já tentou me ligar umas três vezes e não vou atender. Não adianta”!, disse o vereador que é atuante em defesa da população e principalmente, da comunidade do bairro Malvinas. “Passou dos limites, ele está provocando uma situação delicada para ele mesmo”, disse Nelsinho. Ouça abaixo o áudio da sessão onde o vereador fez comentários sobre a atual administração.
https://drive.google.com/file/d/1WOp-MRbtV8oo5s9MIZHMCTZuYK13i54J/view?usp=sharing
Dessa forma, a entidade aceitou o convite e indicou três de seus membros: Josmar Verillo, José Chizzotti e Jorge Sanches.
Amarribo protocola na câmara, pedido de Comissão Processante(CP) contra prefeito.
A Amarribo Brasil ingressou no Legislativo de Ribeirão Bonito, na manhã desta quinta(7) com um pedido de abertura de uma Comissão Processante(CP) pelo fato do Prefeito Francisco José Campaner(PSDB) ter se utilizado de recursos públicos contratando a revista “A Força do Interior”, que passou a circular em dezembro de 2017, reportagem cujo o conteúdo, claramente evidencia sua promoção social.
Ficou claro, para a Amarribo, o teor da matéria que, sem sombra de dúvida visou, exclusivamente promover a pessoa do prefeito municipal, violando os princípios da impessoalidade, moralidade que são devidos ao Administrador Público, comprometendo os cofres públicos com essa exposição pessoal.
A entidade havia protocolado no Ministério Público da comarca essa denúncia que foi prontamente acatada pela promotora Drª Marcela Bechara. Um Inquérito Civil(I.C.) foi instaurado pela representante do MP, que concluiu pela responsabilização do Denunciado, diante da prática de atos de Improbidade Administrativa, pelo enriquecimento ilícito e pela violação aos princípios da administração pública.
Registra-se que o Inquérito Civil(I.C.), avançou para uma Ação Civil Pública em sentença proferida pelo juiz titular da comarca de Ribeirão Bonito, Victor Trevizan Cove.
Caberá agora aos nove vereadores do Legislativo de Ribeirão Bonito avaliarem a referida representação atuando dentro da prerrogativa que lhes foram outorgadas.
Prefeito Cassado em 2008 – Registra-se que o então prefeito Rubens Gayoso Junior(PT) perdeu o seu mandato em março de 2008, por fato semelhante, tendo a câmara da época afastado o chefe do executivo por 6 votos a 2 e uma abstenção. O atual prefeito Chiquinho Campaner(PSDB) que na época era vereador, foi um dos que votou pela cassação. Outro vereador que tem cadeira na atual legislatura e que também votou favoravelmente pela cassação do prefeito Gayoso, é o vereador Eraldo Chiavoloni(DEM)
Foto: Blog do Ronco
Você NUNCA nos representou…
Em 2007 Renan Calheiros teve uma visita inesperada de moradores de Ribeirão Bonito que pedia sua saída da Presidência do Senado. . A mobilização geral foi tão grande, com a ajuda dos moradores de Ribeirão Bonito e da ONG AMARRIBO, que acabou renunciando ao mandato.
Integrantes da OSCIP Amarribo Brasil, viajaram mais de mil quilômetros com um só objetivo, o de protestar contra um político que se mostrava autoritário, com ações contrárias aos anseios populares e ainda por cima, insistindo em continuar comandando o Senado Federal.
O grupo chegou cedo à capital federal e logo puxou a fila com cartazes de protestos contra a sua permanência na casa. O Jornal O Estado de São Paulo lá estava e registrou a mobilização, o fotografo do Estadão clicou uma imagem que foi espalhada por toda agência Estado.
Se não foi por conta da Amarribo Brasil a sua renúncia, podemos garantir que ajudou. Se a sociedade civil deixa passar essas aberrações, os traidores da pátria tomam conta do poder.
Por 50 votos a apenas 2, os senadores haviam decidido na tarde de sexta-feira 1 que o processo para a eleição do novo presidente do Senado seriam com voto aberto, público. A decisão fora tomada após questão de ordem do senador Lasier Martins (PSD-RS), questionando a votação secreta, sob a alegação de que ela contrariava o princípio da publicidade, expresso na Constituição. A questão de ordem de Lasier era apoiada pela assinatura de outros 48 senadores. A maioria do Senado é de 41 parlamentares.
O argumento de Lasier baseia-se no fato de que os senadores são representantes da sociedade. As decisões que tomam no Congresso não deveriam jamais ser pessoais, mas sempre baseadas no respeito que devem aos seus eleitores. Assim, os eleitores precisam estar informados sobre todas as suas ações. Nesse sentido, não pode caber no caso do Poder Legislativo a ideia de que possam, como parlamentares, decidir algo secretamente. No caso, a votação secreta beneficia diretamente o senador Renan Calheiros (MDB-AL). Um dos sobreviventes da chamada velha política varrida pelo desejo de renovação expresso pela sociedade nas eleições do ano passado, Renan parecia ter uma maioria velada no Senado, que se dissiparia, porém, caso a votação fosse aberta. Secretamente, tinha os votos. Abertamente, os senadores recuariam.
Na sexta-feira 1, o debate em torno da questão ganhou contornos de espetáculo circense. Único remanescente da antiga Mesa Diretora do Senado, o senador David Alcolumbre (DEM-AM) aboletou-se pela manhã para presidir a sessão. Ocorre, porém, que Alcolumbre também era candidato à Presidência, e, em tese, seria beneficiário do voto aberto. Uma série de eventos desencadeou-se para tentar demover Alcolumbre do comando. Primeiro, o ex-secretário geral da Mesa Luís Fernando Bandeira de Mello deu parecer contrário à condução por Alcolumbre, indicando que a sessão deveria ser presidida pelo senador mais velho, José Maranhão (MDB-PB). Alcolumbre, então, exonerou Bandeira. Mais tarde, deu parecer à questão de ordem de Lasier na linha do que o Senado já decidira quando tornou aberta a votação que cassou o mandato do ex-senador Delcídio do Amaral (PT-MS), preso na La Jato. O processo seguiu nos moldes do que ocorreu no caso de Delcídio.
Quando houve a votação, porém, os aliados de Renan começaram um pandemônio no plenário. Alegavam que Alcolumbre, por ser candidato, não podia presidir a sessão. A senadora Kátia Abreu (PDT-TO) chegou a roubar das mãos de Alcolumbre uma pasta que continha os pareceres técnicos dos seus assessores para a tomada das suas decisões. Instalou-se um impasse que durou várias horas. Após uma tentativa de acordo, Alcolumbre suspendeu a sessão para que ela fosse reiniciada na manhã de sábado.
À meia-noite, o MDB entrou com representação para anular a votação que instituíra o voto aberto. E obteve de Toffoli, ex-advogado do PT, partido que apoia a eleição de Renan, o aval para a sua manobra. Pela decisão tomada por Toffoli, a votação, que estava marcada para as 11h, mas ainda não começou, será secreta. Neste momento, o impasse, porém, continua. Senadores defendem que simplesmente se ignore a decisão de Toffoli, o que poderá abrir uma crise sem precedentes entre os Poderes. Em menos de 48, ruiu a nova política.av
Benedetta Lanzirotti faz contato com a Amarribo BrasilIntegrantes da AMARRIBO conversaram na data de hoje, quarta(19) com a universitária Benedetta Lanzirotti da Universidade de Leiden – Holanda ora desenvolvendo um trabalho onde foca a atuação das principais ONGs do Brasil, que atuam diretamente no combate a corrupção.Participaram da entrevista Lizete Verillo, José Chizzotti e Lorival Verillo.Foi feito o convite para que Benedetta conhecesse a sede da ONG, em Ribeirão Bonito. Ela aceitou e deve programar-se para esta visita local, antes de seu retorno para Holanda, onde espera concluir o trabalho até julho/19.Benedetta deve permanecer no Brasil até meados de Janeiro próximo, prazo este onde espera estar com toda coleta de dados e informações, devidamente encaminhadas.